Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, há indícios de que a vítima conhecia os suspeitos. Isso porque ela teria sido chamada para ajudar a fazer uma cobrança com um dos suspeitos, momento em que foi assassinada. Assim, a vítima teria sido executada no meio do caminho. Em seguida, teriam usado a digital de Giovana para fazer as transferências.
Ainda segundo informações, o grupo roubou uma pulseira e uma corrente de ouro da vítima. Um quinto suspeito também foi preso. O homem é investigado por ter participação na desova do corpo de Giovana. Todos os envolvidos são ouvidos na delegacia.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, além dos quatro suspeitos, mais pessoas foram intimadas para prestar depoimento na DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa). Giovana foi encontrada na beira da estrada do Inferninho e seminua.
Segundo o delegado do caso, Caio Macedo, da DHPP, o crime teria relação com atividade de agiotagem da vítima.
Conforme apurado pela equipe de reportagem, uma das hipóteses é de que os suspeitos sabiam que a vítima era agiota. Assim, teriam armado uma emboscada para roubar o dinheiro dela.
O caso
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o Corpo de Bombeiros foi acionado para o local e constatou o óbito da vítima, que estava na beira da estrada e com uma perfuração na cabeça, de tiro. Giovana, que possui uma tatuagem na costela com a frase “que seja infinito tudo aquilo que nos faz bem”, estava de short e uma blusa cobria o seu tronco.
Diante da situação, a PM (Polícia Militar), a Polícia Civil e a Perícia foram acionadas. Como não havia sangue no local, há indícios de que o crime aconteceu em outro lugar e o corpo foi desovado às margens da estrada.
Após a identificação de Giovana, a Polícia Civil constatou que uma amiga da vítima havia informado que ela estava desaparecida desde a noite de 23 de março. Isso teria contribuído para a localização do veículo, no Jardim Colúmbia, região norte de Campo Grande.
O caso, que começou sendo investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), passou a ser investigado como homicídio simples; portanto, ficou a cargo da DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio e de Proteção à Pessoa).
Por: Midiamax





